segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DOCUMENTÁRIO - VLADIMIR PALMEIRA - 68 - A HISTÓRIA SEM MITOS

Do documentário Vladimir (68) Palmeira - A história sem mitos
Vladimir Palmeira era pouco mais que um menino quando, em 1966, começou a despontar no movimento estudantil do Rio de Janeiro. Alagoano, chegou com a família quando a cidade era ainda a capital do País. O pai, senador Rui Palmeira, reunia-se com os integrantes da Arena, partido de apoio ao regime militar, na sala da casa e ele, com estudantes e integrantes do partido comunista, depois Dissidência Guanabara e finalmente MR-8, no quarto dos fundos.

Em 1968 já era o grande líder dos movimentos estudantis e populares que confrontavam os militares no centro do Rio. Época, em que o governo federal operava mais na cidade do que em Brasília, para onde iria se transferir lentamente. E é aqui que ele começa a contar a sua rica história no vídeo “Vladimir (68) Palmeira – A História Sem Mitos” produzido pela TV Câmara e dirigido por Roberto Stefanelli com edição de imagens de Joelson Maia.

Nada, ou quase nada, se fazia no movimento estudantil do Rio sem que Vladimir fosse consultado. Um período de muitas passeatas, depredações e violência no centro da cidade, que iria culminar com a Passeata dos 100 mil, a maior confrontação que o regime militar sofrera até então. Na verdade, nunca se soube o número exato desta manifestação. Pelas imagens da época, calcula-se hoje que reuniu mais de 700 mil pessoas, algo parecido com a grande concentração de 1 milhão das Diretas-já 15 anos depois.

Vladimir passou por várias prisões e temeu pela vida muitas vezes, até que fosse deportado junto com outros 14 presos políticos para o México, em troca do embaixador norte-americano Charles Elbrick, sequestrado por um grupo de várias facções de esquerda. Neste sequestro estavam pessoas como o atual ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, então um ativo líder estudantil, e o hoje deputado Fernando Gabeira. Foi para Cuba, “uma desgraça”, onde ficou por três anos, período que relata com total desapontamento. Depois rodou pela Argélia, a antiga Tchecoslovaquia, Chile, voltou ao México, acabou na Bélgica. Foi um dos últimos a retornar ao Brasil com a lei da anistia.

Elegeu-se deputado federal por dois mandatos, período em que voltaria ao centro do Rio para, em cima de um banquinho de madeira, “prestar contas do seu mandato”, como um servidor sustentado por dinheiro público. Tudo isso Vladimir, hoje um professor de história, relata com distanciamento crítico, desprezando mitologias que costumam de instalar na nossa história recente. E culmina com sérias críticas ao movimento estudantil de hoje.

Estreia: Sábado, 22 de agosto, às 21h
Reapresentações: Domingo, 23 de agosto, às 8h, 13h30 e 20h

Ficha Técnica

Direção e Edição: Roberto Stefanelli
Edição de Imagem: Joelson Maia
Videografismo: Jean Hernani
Pesquisa: André Bergamo e Joelson Maia
Narração: Claudio Lessa e Luiz Linhares
Produção: Rita Andrade e Ana Beatriz
Finalização: Joelson Maia
Cinegrafistas: Claúdio Adriano e Anari Souza
Trilha Sonora Original: Alberto Valério
Núcleo de Documentários – TV Câmara: Dulcídio Siqueira Neto



Reprodução autorizada mediante citação da TV Câmara

Vladimir Palmeira vê a História sem mitos.

CARTA O BERRO. ..........repassem.

TV Câmara - Memórias
Série de documentários com depoimentos exclusivos de personagens da vida pública nacional sobre fatos que marcaram a trajetória do País.

Memórias
Sábado, às 21h
De líder estudantil a deputado federal, Vladimir Palmeira vê a História sem mitos.



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arquivo: tvcatrailer(Vladmir Palmeiras).wmv

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SÃO CARLOS OFICIALIZA HOMENAGEM A DOM HÉLDER CÂMARA NESTA SEGUNDA-FEIRA

Câmara Municipal de São Carlos:


O município de São Carlos oficializa nesta segunda-feira (24) a substituição do nome uma rua no bairro Vila Marina, zona norte da cidade, que passa a ser denominada "Dom Hélder Câmara", após a retirada da homenagem ao delegado Sérgio Fernando Paranhos Fleury. O delegado que comandou torturas a presos políticos durante a ditadura militar dá lugar ao arcebispo de Recife e Olinda que no mesmo período defendeu a liberdade e a democracia.

A alteração do nome foi determinada por lei aprovada pela Câmara Municipal no dia 12 de maio deste ano. O descerramento da nova placa será nesta segunda-feira às17h30, com presença do ministro Paulo Vanucci, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

A mudança do nome da rua foi proposta pelo presidente da Câmara de São Carlos, Lineu Navarro (PT), com apoio dos moradores que elaboraram abaixo-assinado. Ao projeto foram anexadas também manifestações de organizações não-governamentais como o grupo "Tortura Nunca Mais" e de personalidades e ex-presos políticos.

A nova denominação, segundo Lineu Navarro "corrige um equívoco histórico", passando homenagear "uma personalidade que lutou pela paz e pela liberdade".Dom Hélder Pessoa Câmara, um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999, reconhecido defensor dos direitos humanos, combatente da ditadura e indicado quatro vezes para o Prêmio Nobel da Paz.


PROGRAMAÇÃO
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O descerramento da placa faz parte das comemorações, em São Carlos , do centenário de nascimento de Dom Hélder Câmara, cuja programação inclui debates sobre Direitos Humanos e uma sessão solene nesta segunda-feira.

Às 14 horas, no Anfiteatro Bento Prado Júnior, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) será realizada a mesa redonda "Democracia, Memória e Direitos Humanos em Brasil". Na abertura estarão presentes o reitor da UFSCar, Targino de Araújo Filho, o prefeito Oswaldo Barba (PT), o presidente da Câmara Municipal, Lineu Navarro (PT), o ex-prefeito de São Carlos e ex-reitor da UFSCar, Newton Lima, e o conselheiro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Renato Simões.

Participarão da mesa redonda os professores João Virgílio Tagliavini (UFSCar), Marly de Almeida Gomes Vianna (UNIVERSO) e Caio Navarro de Toledo (Unicamp).

Às 15h30 haverá o café de boas vindas ao ministro Paulo de Tarso Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República. Às 16h o ministro proferirá a palestra intitulada "Direito à Memória e à Verdade".

Às 17h30, ocorrerá o descerramento da placa denominativa da rua "Dom Helder Câmara", na Vila Marina (zona norte da cidade), próximo à UFSCar.

Às 20h, no auditório Professor Sérgio Mascarenhas, do Instituto de Física de São Carlos (USP) será realizada uma sessão solene da Câmara Municipal, comemorativa ao Centenário do Nascimento de D.Helder Câmara, com presença do ministro Paulo de Tarso Vannuchi.

Para mais informações
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO CARLOS
(16) 3362 2045
ASSESSORIA DO VEREADOR LINEU NAVARRO
(16) 3362 2036

A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA VISITA DO MINISTRO DOS DIREITOS HUMANOS A SÃO CARLOS PODE SER CONFERIDA NO PORTAL DA UFSCAR, EM WWW.UFSCAR.BR.

30 ANOS DE ANISTIA Autor - Urariano Mota

DIRETO DA REDAÇÃO
Publicada em:19/08/2009

CARTA O BERRO
. ..........repassem.


30 ANOS DE ANISTIA

Recife (PE) - No próximo sábado 22 de agosto, comemoram-se os 30 anos da anistia no Brasil. Por isso recupero aqui algumas impressões da leitura de um livro fundamental, “Direito à memória e à verdade”, editado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

O livro “Direito à memória e à verdade” é um livro grande, com 500 páginas, nas dimensões de 23 x 30 centímetros. Por suas dimensões físicas, é um livro que somente comporta ser conduzido como um escudo, como um símbolo de orgulho, para ser ostentado nas praças e nos ônibus. Mas o que mesmo exibe e informa tal volume?

De um ponto de vista frio, o livro é como uma recondução a um mundo que se rebela contra a mediocridade, contra tudo o que for mesquinho e pequeno. Em suas páginas amarelas, quem lê suas letras lê o destino de homens. Quem lê as suas linhas lê a luta de uma geração. E, coisa mais interessante, este é um livro sem autor. Melhor, é um livro de autores, de muitos autores, um registro de vidas reunidas como em uma coleção de prontuários de polícia. Os seus perfis saem das páginas dos processos, e poucas vezes se viram processos tão antiprocessos. São homens e mulheres, são jovens e quase-crianças, são velhos, malditos e amaldiçoados pela dor na consciência. São renegados que se matam. São homens tornados seres desequilibrados, são gente, enfim, em condições-limite.

“Maria Auxiliadora Lara Barcellos (1945-1976)

Maria das Dores atirou-se nos trilhos de um trem na estação de metrô Charlottenburg, em Berlim... tinha sido presa 7 anos antes, Nunca mais conseguiu se recuperar plenamente das profundas marcas psíquicas deixadas pelas sevícias e violências de todo tipo a que foi submetida. Durante o exílio registrou num texto... ‘Foram intermináveis dias de Sodoma. Me pisaram, cuspiram, me despedaçaram em mil cacos. Me violentaram nos cantos mais íntimos. Foi um tempo sem sorrisos. Um tempo de esgares, de gritos sufocados, de grito no escuro’....

Nilda Carvalho Cunha (1954-1971)

Sua prisão é confirmada no relatório da Operação Pajuçara, desencadeada para capturar ou eliminar Lamarca e seu grupo. Foi liberada no início de novembro, profundamente debilitada em conseqüência das torturas sofridas e morreu no dia 14 de novembro, com sintomas de cegueira e asfixia. Nilda tinha acabado de completar 17 anos quando foi presa... ‘Você já ouviu falar de Fleury? Nilda empalideceu, perdia o controle diante daquele homem corpuloso. – Olha, minha filha, você vai cantar na minha mão, porque passarinhos mais velhos já cantaram. – Mas eu não sei quem é o senhor. – Eu matei Marighella. Vou acabar com essa sua beleza- e alisava o rosto dela....

Odijas Carvalho de Souza (1945-1971)

Odijas foi levado para o Hospital da Polícia Militar de Pernambuco em estado de coma, morrendo dois dias depois, aos 25 anos... ‘No dia 30 de janeiro de 1971 fui acordado cedo por uma grande movimentação. Por volta das 7 horas, Odijas passou diante da cela, conduzido por policiais. Apesar da existência da porta de madeira isolando a sala do corredor, chegaram até nós os gritos de Odijas, os ruídos das pancadas e das perguntas cada vez mais histéricas dos torturadores. Durante esse período, Odijas foi trazido algumas vezes até o banheiro, colocado sob o chuveiro para em seguida retornar ao suplício. Em uma dessas vezes ele chegou até a minha cela e pediu-me uma calça emprestada, porque a parte posterior de suas coxas estava em carne viva. Os torturadores animalizados se excitavam ainda mais, redobrando os golpes exatamente ali”.

Como vêem, difícil é manter a serenidade, a frieza, um ar apolíneo, razoável, sensato, diante desse mundo que se encontra submerso, mas jamais superado, morto, vencido. Eu, que não sabia como começar, confesso que também não sei como pôr fim a estas linhas. Eu havia escrito antes notas, reflexões, coisas digamos mais sociológicas, dignas de tese, que iludem toda a gente, que pode nos tomar como um ser culto, inteligente, sábio, espirituoso. Basta de falsidade, porque

“ – Teu nome completo é Mário Alves de Souza Vieira?

- Vocês já sabem.
- Você é o secretário-geral do comitê central do PCBR?
- Vocês já sabem.
- Será que você vai dar uma de herói? ...

Horas de espancamentos com cassetetes de borracha, pau-de-arara, choques elétricos, afogamentos. Mário recusou dar a mínima informação e, naquela vivência da agonia, ainda extravasou o temperamento através de respostas desafiadoras e sarcásticas. Impotentes para quebrar a vontade de um homem de físico débil, os algozes o empalaram usando um cassetete de madeira com estrias de aço. A perfuração dos intestinos e, provavelmente, da úlcera duodenal, que suportava há anos, deve ter provocado hemorragia interna”.

É terrível que a importância de um livro, que a importância da palavra escrita, se dê em relatos tão cruéis. Mas a realidade não se escolhe. Quem toca nesse livro, toca em destinos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

"ESCREVENDO NOSSA HISTÓRIA" - Discursos proferidos no Congresso Nacional - A LUTA PELA ANISTIA NO CONGRESSO NACIONAL

LEI DE ANISTIA - TRINTA ANOS

O Departamento de Taquigrafia preparou, na página Escrevendo a História, uma retrospectiva de discursos proferidos no Congresso Nacional, desde o envio da Mensagem Presidencial sobre a concessão de anistia, em 28 de junho de 1979, até a aprovação do Projeto de Lei 14/79-CN, em 22 de agosto de 1979.

Nos endereços eletrônicos abaixo, ACESSE:

- Tramitação, com discursos, áudio e textos.

- Sessão de 22 de agosto de 1979, quando foi votado e aprovado o PL 17/79-CN.

E mais:

- Sessões comemorativas.

- Vídeos.

http://www2.camara.gov.br/plenario/discursos/escrevendohistoria


O Regime Militar instaurado no País em 1964 encontrou resistência de grupos e movimentos que propugnavam pelo retorno ao Estado de Direito. Estas ações foram duramente repelidas por meio de cassações de mandatos parlamentares e de direitos políticos, de demissão de servidores públicos, de professores, de prisões de militantes políticos.


A pressão em favor da anistia cresceu de tal maneira tanto no País quanto no exterior que, em 28 de junho de 1979, o Presidente da República encaminhou ao Congresso Nacional projeto que dispunha sobre a anistia, que terminou sendo aprovado em tumultuada sessão do Congreso Nacional em 22 de agosto do mesmo ano."

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

SEMINÁRIO - 30 ANOS DE ANISTIA

SEMINÁRIO - 30 ANOS DE ANISTIA

Programação



25/08/2009



14:00 - Sessão Solene de Abertura

e Mesa-Redonda: 30 anos de luta pela Anistia no Brasil: Testemunhos

Maria Auxiliadora de A. Arantes (ex-membro do Comitê Brasileiro de Anistia/SP)

Airton Soares (ex-deputado federal e advogado de presos políticos)

Rosalina Santa Cruz (Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos)

Ivan Seixas (Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos)

Coordenação: Zilda Márcia Grícoli Iokoi (LEI/USP)



19:00 - Conferência: O direito internacional dos direitos humanos frente à impunidade das ditaduras na América Latina

Pedro Nikken (ex-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA)



20:00 – Mesa-Redonda: A luta por verdade e justiça na América Latina

Nora Cortiñas (Mães da Praça de Maio – Linha Fundadora)

Mauro Tomasini (Serviço Paz e Justiça - Uruguai)

Gabriela Zuñiga (Agrupação de Familiares de Presos Desaparecidos - Chile)

Coordenação: Janaína Teles (LEI/USP)



26/08/2009



14:00 – Mesa-Redonda: Lugares da Memória

Gonzalo Conte (Memoria Abierta – Argentina)

Ralph Buchenhorst (Universidade Martin Luther - Alemanha)

Margarita Romero (vice-presidente de Villa Grimaldi - Chile)

Coordenação: Rossano Bastos (IPHAN)





19:00 – Mesa-Redonda: Acesso à Informação e os Arquivos Públicos

Marianne Birthler (diretora do Arquivo do Ministério para a Segurança do Estado – Alemanha)

Peter Kornbluh (Arquivo Nacional de Segurança - EUA)

Eugenia Fávero (Ministério Público Federal/SP)

Coordenação: Ana Maria Camargo (História/USP)





27/08/2009



14:00 – Mesa-Redonda: Memória e testemunho

Alejandra Oberti (Memoria Abierta - Argentina)

Pilar Calveiro (Benemérita Universidade Autônoma de Puebla - México)

Andréa Genest (Centro de Pesquisa de História Contemporânea - Alemanha)

Coordenação: Márcio Seligmann-Silva (IEL/UNICAMP)



19:00 – Mesa-Redonda: Acerto de contas com o passado: as Comissões de Verdade

Belisário dos Santos Jr. (advogado e ex-secretário de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo)

Javier Ciurlizza (Centro Internacional para a Justiça de Transição - Américas)

Hugo van der Merwe (Centro para o Estudo da Violência e Reconciliação – África do Sul)

Alvaro Rico (Secretaria de Acompanhamento da Comissão para a Paz – Uruguai)

Coordenação: Paulo Sérgio Pinheiro (Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA/NEV-USP)



28/08/2009



14:00 – Mesa-Redonda: Anistia na América Latina e no Sistema Interamericano de Direitos Humanos

Hélio Bicudo (ex – membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA)

Carlos Alberto Rozanski (presidente do Tribunal Criminal Federal de La Plata - Argentina)

Flávia Piovesan (Direito - PUC/SP)

Beatriz Affonso (Centro pela Justiça e o Direito Internacional)

Coordenação: André de C. Ramos (Direito - USP)





19:00 – Mesa-Redonda: Anistia no Brasil: atualidade e perspectivas

Fábio Konder Comparato (Direito - USP)

Marlon Alberto Weichert (Ministério Público Federal/SP)

Marco Antonio R. Barbosa (presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos - SEDH)

Paulo E. Arantes (Filosofia - USP)

Coordenação: Marcelo Ridenti (Sociologia/UNICAMP)



Organização:

Laboratório de Estudos sobre a Intolerância/FFLCH-USP

Goethe Institut São Paulo

Associação de Arquivistas de São Paulo

Projeto Temático Escritas da Violência

Apoio:

Fundação FORD

Fundação Heinrich Böll

Faculdade de Direito – USP

Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo